Preservar  é questão de bom senso!  


ATENÇÃO - NÃO SEJA CÚMPLICE!
Ajude a combater o tráfico de animais silvestres.

Se você souber de comércio ilegal ou cativeiro de animais silvestres, DENUNCIE!
Avise a Polícia. Ligue 190.

Parceiros

 


Alexandre
Plentz Breitenbach

Arquitetura, Paisagismo, Interiores.

11 9956-1286

Alphaville - SP
 

Ecologia não é só cartaz de protesto, dieta vegetariana, discurso “zen”, “bichinho”, “matinho”, e coisas assim.
É principalmente, ética e consciência.
A maneira como interagimos com as pessoas, e com os recursos da natureza, é que vai determinar o grau de conscientização e engajamento de cada um.
Consciência ecológica é saber escolher como consumir, morar, viver, e respeitar os valores humanos e a própria vida.
Se todos fizerem pequenas mudanças de hábitos, o mundo se transformará.
Mas, se esgotarmos os recursos que a natureza sabiamente nos proporciona para uma existência natural e saudável, estaremos destruindo o “mapa da mina”.
Vamos consumir e agir com consciência e ética?

     Você sabia que uma pilha pequena pode contaminar 20.000 litros de água?

Tome a Iniciativa

Se a sua rua não tem coleta seletiva de lixo, que tal começar? Fale com os moradores e organize um grupo. O primeiro passo, é  a “conscientização”. O próximo passo é “informação”. Descubra onde existem postos de coleta. Normalmente as prefeituras cuidam disso, mas também existem ONGs e outras entidades alternativas que desenvolvem esse tipo de trabalho. A seguir, passe a separar o lixo que você produz em sua casa e colocar nos depósitos exclusivos. Você não precisa virar militante  ecológico e nem se filiar a uma ONG. Basta lembrar que você também é responsável pela manutenção daquilo que todos recebemos de graça: o ambiente.
No Lugar Certo

Existem produtos que, por serem nocivos  ao ambiente e à saúde, não devem ser jogados no lixo doméstico. São os “resíduos especiais”.  
Possuem substâncias tóxicas, de efeito cumulativo como cádmio, chumbo e mercúrio,  que uma vez presentes no organismo não podem ser eliminados, causando lesões sérias. Contaminam o solo, lençóis freáticos, plantações, animais e pessoas. Dentre os mais conhecidos estão:   pilhas, baterias de celular e de eletrônicos em geral, lâmpadas fluorescentes  e remédios.

 

Como Jogar...

Pilhas e Lâmpadas: Ponha num saco plástico, feche bem, e leve à caixa de coleta.

Baterias - de celular e outras: Pela legislação, as lojas que vendem o aparelho são obrigadas a receber a bateria descarregada.

Remédios: São como lixo hospitalar. Coloque num saquinho e entregue na farmácia mais próxima para coleta especializada.

Dúvidas? Consulte o S.A.C. do fabricante, ou a CETESB, ou o órgão de Saneamento Ambiental de sua cidade.

Veja quanto tempo a natureza leva para absorver alguns tipos de detritos:

 

Jornais 2 a 6 semanas
Embalagens de Papel 1 a 4 semanas
Casca de frutas 3 meses
Guardanapos de papel 3 meses
Pontas de cigarro 2 anos
Fósforo 2 anos
Chicletes 5 anos
Nylon 30 a 40 anos
Sacos e copos plásticos 200 a 450 anos
Latas de alumínio 100 a 500 anos
Tampas de garrafa 100 a 500 anos
Pilhas 100 a 500 anos
Garrafas ou frascos de vidro ou plástico indeterminado

 

No Brasil, cerca de 38% do papel, 36% do vidro e 62% do alumínio gerados são reciclados.
Cada 50 Kg de papel reciclado poupa o corte de uma árvore.

A reciclagem de uma tonelada de plástico, economiza 130 quilos de petróleo.

Ajude a aumentar estas estatísticas separando materiais recicláveis para coleta ou encaminhando-os a centros de reciclagem.

As águas subterrâneas são passíveis de contaminação por lixões, aterros industriais, armazenamento, manipulação e descarte inadequado de produtos químicos, entre eles os pesticidas agrícolas, e até mesmo pilhas e baterias de celular.

O lixo pode provocar doenças como: febre tifóide, leptospirose e infecções de pele.
 

Dicas do Bau


Nosso destaque vai para a JANDAIA, indústria gráfica profundamente comprometida com a preservação da natureza.
Tanto, que seus produtos conquistaram importantes certificações ambientais, tais como o selo FSC, que certifica que toda a matéria-prima oriunda da madeira é extraída de áreas reflorestadas por meio do manejo responsável
E o selo Cerflor - Programa Brasileiro de Certificação Florestal. A certificação é gerenciada pelo Inmetro e garante a rastreabilidade da matéria-prima de origem florestal certificada em todas as etapas do processo produtivo
.
 


Ainda nessa linha, temos que fazer menção à ESSENCIS, empresa de engenharia preocupada com a sustentabilidade, que desenvolve projetos de soluções ambientais.
Seus focos são voltados ao tratamento e destinação de resíduos, consultoria ambiental e soluções em manufatura reversa, que é um processo de desmontagem e reaproveitamento das partes recicláveis, especialmente de produtos eletroeletrônicos.
 

A Andiroba está na moda!

Chama Fatal

O repelente natural mais eficiente que se conhece no momento, é o óleo essencial extraído da semente de Andiroba.
Trata as incômodas picadas, servindo ainda como um bom protetor solar. Previne doenças transmitidas pelos mosquitos, porém, sua ação é particularmente eficaz contra o mosquito da dengue. Além disso, age também contra os transmissores da malária, febre amarela, filariose entre outros. 
A FIOCRUZ pesquisou a planta e as possibilidades de manejo sustentável da Andiroba e seus derivados, e desenvolveu diversos produtos que estão sendo produzidos e comercializados por empresas comprometidas com a preservação ambiental. As Velas de Andiroba afastam os mosquitos  e inibem seu apetite alterando seu metabolismo. Da reciclagem de suas fibras e cascas, produz-se tochas repelentes muito eficazes para ambientes externos. 
O produto é atóxico, não provoca alergia e nem causa  danos ao meio ambiente.
 

O outro lado... 

Nem só pra repelente serve a Andiroba. Ela vem sendo utilizada, também com enorme sucesso, na produção de cosméticos de altíssima qualidade, graças ao interesse de  empresários e órgãos de pesquisa, que vêm investindo no seu aproveitamento. 
Já se encontram à venda:
sabonetes adstringente,  esfoliante, nutritivo, óleos para aromaterapía e massagem (fadiga muscular, inchaço, dores), hidratantes, emolientes, protetor solar, aromatizantes diversos, além de colônias e saches.
Pode ser encontrado ainda um sabonete rústico, neutro, disponível também na versão para cães. 
A matéria prima utilizada na fabricação é extraída de maneira totalmente artesanal e ecológica, por comunidades da região amazônica, que possuem certificação de “manejo sustentável” fornecido pelo IBAMA. 
Procure nas lojas especializadas, e não se esqueça de exigir o "selo verde".
 

“Banho” de Ecologia

Para quem se preocupa não só com  a natureza como um todo,  mas também com a qualidade de vida dos seus animais de  estimação, as novidades são boas. Já pode ser encontrada nas pet shops  uma linha “Green Pet” de produtos de higiene  e toucador para cães e gatos.
Diversos tipos de shampoos, condicionadores e sabonetes a base de ervas, colônias e talcos com aromas naturais. Os shampoos  variam de acordo com as cores  da pelagem. Todos os produtos são formulados com extratos e óleos naturais e, segundo informações dos fabricantes, possuem o PH neutro, que não agride a pele dos animais. É importante lembrar que, são produtos biodegradáveis. Com certeza, uma iniciativa que merece ser aplaudida!

Inseticidas

Existem algumas soluções alternativas para eliminar insetos sem efeitos nocivos.
Algumas são muito simples, e ideais para uso doméstico.
Se o problema for com as formigas, pó de café em volta do local a ser protegido dá um bom resultado. Sementes de gergelim (não torradas) em volta do formigueiro e na trilha das formigas também resolvem. Um outro método é a homeopatia. Na cidade de São Paulo, uma veterinária desenvolveu o método à partir da dinamização do inseto a ser eliminado, e diz funcionar também contra pulgas e baratas num período máximo de três meses. O medicamento é colocado no açúcar cristal.
Já para afastar mosquitos e pernilongos, velas com óleos de citronela, cupuaçu ou laranja. Cascas de laranja queimadas ou aquecidas no fogo também funcionam como repelente. Existe ainda no mercado um aparelho eletrônico  que não produz cheiro e nem utiliza produtos químicos. Emite uma freqüência em ultra - som (inaudível) que afasta mosquitos e pernilongos. Não custa experimentar...

Tinta ecológica

Na hora de pintar um ambiente, todo cuidado é pouco.
O cheiro da tinta pode intoxicar pessoas mais sensíveis, e animais domésticos.
Além do mais, as tintas utilizadas habitualmente são sintéticas, o que significa matéria prima derivada de petróleo, que é recurso não renovável.
Existem, porém, as chamadas tintas ecológicas, já bastante utilizadas no exterior, onde muitas empresas comercializam o produto.
No Brasil, é possível encontrar tintas naturais em escala comercial, sob encomenda, em alguns institutos ou empresas especializadas.
São produzidas à base de produtos naturais provenientes de fontes sustentáveis – leite, terra, azeite, vegetais, etc. – e possuem baixa toxicidade. Há, também, alguns cursos a respeito.

Opção – Outra possibilidade é a boa e velha cal – calcário calcinado – acrescida de ingredientes variados, conforme o caso (sal, limão, azeite, polvilho...).
Além de promover a assepsia, a cal permite que as paredes respirem.
O colorido fica por conta do antigo (e eficiente) Pó Xadrez, encontrado em qualquer loja de tintas ou material de construção.
Ambas as alternativas estão muito em moda, e são impecáveis em termos ecológicos. 

Arte

E se o seu negócio é arte, procure se informar: o mercado já conta com três tipos de tinta e um de verniz., que podem ser utilizados em pinturas decorativas, para várias técnicas em diversas superfícies, inclusive pisos, paredes, concreto, vinil, e madeira.
Todas são à base de água, sem cheiro e atóxicas. São produtos importados (ainda...) e podem ser encontrados nas lojas especializadas em artigos para artes, artesanato, restauração, ou similares.

"Selo Verde"

É cada vez maior o número de empresários interessados em licenciar produtos ecológicos, ou desenvolve-los e receber o “Selo Verde”, o qual garante a precedência e a qualidade do mesmo.
Para obter essa licença, cada produto tem que apresentar vários certificados. E, podemos ficar tranqüilos, neste tipo de comércio, ética é moeda corrente.
Ajude a preservar. Prefira produtos com o “Selo Verde” ou certificado.

 

Couro Ecológico.

Já pode ser encontrado, e é super bonito.
A primeira opção vem direto da Amazônia Brasileira. É conhecido como “Treetap”, ou “couro vegetal”, uma mistura de algodão com látex.
É
menos resistente que o couro verdadeiro -pouca coisa -, mas é ideal para roupas e acessórios.
Outra opção é o couro da pele do gado, porém, curtido com substâncias vegetais. Uma delas é a seiva da “Acácia Negra”, ou tanino, conhecida como Mimosa. Assim, evita-se o uso do óxido de cromo (o qual polui os rios).
As duas versões são biodegradáveis.

Como identificar?

Se o fundo for de algodão, é “treetap”, ou vegetal.  
Quanto ao tratado com tanino, apenas o “Selo” pode identificá-lo.